Os Jogos Olímpicos do Rio 2016 estão cheios de novidade, desde os desfile dos atletas na cerimônia de abertura, que ocorreu em linha reta pelo meio do palco e não no formato tradicional de volta olímpica, até o barulho da torcida, que vem chamando a atenção dos jornalistas estrangeiros na cobertura do evento. Mas certas coisas nunca mudam. Um exemplo disso é a liderança de Estados Unidos, Grã-Bretanha e China no quadro de medalhas.

 

Estados Unidos e China não deixam o pódio desde 2000, em Sydney. Na edição anterior, em Londres, foram líderes absolutos. Os Estados Unidos fecharam os Jogos com 104 medalhas, das quais 46 foram de ouro. China terminou com 88 medalhas, 38 de ouro. O terceiro lugar ficou com a Grã-Bretanha, também constante nas premiações, que conquistou um total de 65 medalhas, sendo 29 de ouro.

 

O Brasil, sede do evento em 2016, também está fazendo bonito. Até o fechamento desta publicação, o país estava em 15º lugar, sete posições melhor do que nas últimas Olimpíadas e igualando sua melhor marca histórica, conquistada em Atlanta, em 1996. O número de medalhas ainda deve crescer após as finais de vôlei, esporte em que o Brasil é favorito tanto na modalidade praia, como quadra. A previsão é de que o Brasil feche os Jogos Olímpicos do Rio na décima posição.

 

Destaques olímpicos

Com os Jogos Olímpicos 2016 se encaminhando para sua reta final, é possível apontar alguns destaques na competição. Talvez um dos maiores até agora seja o jamaicano Usain Bolt, que conquistou sua terceira medalha de ouro nos 100 metros, um feito inédito. Bolt já havia se destacado ao conseguir sua segunda vitória olímpica, em Londres, se igualando ao norte-americano Carl Lewis. Desta vez, porém, o atleta fez história nos Jogos, com uma conquista muito difícil de ser replicada.

 

Outra performance de destaque foi a da norte-americana Simone Biles. A ginasta competiu em cinco finais e conquistou quatro medalhas de ouro e uma de bronze. Antes de Simone, apenas a soviética Larissa Latynina (1956), a checoslovaca Vera Caslavska (1968) e a romena Ecaterina Szabo (1984) haviam conquistado quatro títulos numa só edição dos Jogos.

 

Também houve desempenho histórico no tênis. O britânico Andy Murray tornou-se o primeiro tenista a conquistar o título de bicampeão olímpico na modalidade simples. Além de histórica, a performance de Murray foi épica. Foram mais de quatro horas em quadra contra o argentino Juan Martin del Pocho para garantir a medalha de ouro.

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