Dunga está viajando pela Europa, acompanhado pelo coordenador Gilmar Rinaldi e do auxiliar Andrey Lopes, buscando a liberação de jogadores acima dos 23 anos e para discutir a situação física daqueles em idade olímpica para os Jogos no Rio. Como nenhum time é obrigado a liberar para a Olimpíada os maiores de 23 anos, ele está negociando com cada um deles pessoalmente. Entre os atletas em discussão, está Neymar, hoje com 24 anos e atuando no espanhol Barcelona.

 

O técnico brasileiro quer o jogador paulista presente tanto nas Olimpíadas quanto na Copa América Centenário (a ser disputada de 3 a 26 de junho, nos Estados Unidos), mas já afirmou que, se tiver que escolher, dará prioridade aos jogos da Rio-16 – uma decisão deve-se ao fato da competição acontecer no Brasil e da seleção ainda não contar com essa medalha de ouro.

 

Janeth vai conduzir a Tocha Olímpica

A jogadora de basquete Janeth é uma das atletas já escolhidas para conduzir a Tocha Olímpica pelo Brasil. Ela que defendeu a seleção feminina em quatro Olimpíadas (levando a medalha de prata em 1996 e a de bronze em 2000), mostrou-se feliz com a escolha e ciente da importância da sua tarefa diante da torcida brasileira.

 

Janeth conduziu a tocha em Santa Catarina durante o revezamento dos Jogos Olímpicos de Sydney em 2000, mas ainda não se sabe por onde ela irá levar o símbolo olímpico no Brasil. Para ajudá-la na tarefa, Janeth escolheu Karine Batista, que cuida da parte administrativa do seu instituto de basquete feminino, o qual atende cerca de 10 mil pessoas interessadas no esporte. A Tocha Olímpica chega em maio à Brasília e deve ser conduzido por 12 mil pessoas pelas ruas do Brasil.

 

Medalhas do atletismo em Londres 2012 ainda indefinida por doping

As medalhas de uma das modalidades do atletismo feminino da Olimpíada de Londres 2012 ainda está sem dono certo por conta de contínuas alegações de doping. Desta vez, foi a atleta turca Gamze Bulut, vice-campeã olímpica dos 1500m na ocasião que acabou por ser suspensa de competições sob suspeita de uso de substância proibidas entre 2011 e 2013.

 

Das 11 finalistas desta prova, quatro finalistas já foram suspensas pela IAAF (International Association of Atletics Federation) por doping: Abeba Aregawi (atleta sueca que competiu pela Etiópia), Asli Çakir Alpttetkin (Turquia) Nataliya Kareiva (Bielorussia), Ekaterina Kostetskaya (Rússia). Se mais uma desclassificação foi confirmada, o novo pódio da modalidade ficará assim quatro anos depois: Maryam Yusuf Jamal (ouro por Bahrein), Tatyana Tomashova (prata pela Rússia) e Abeba Aregawi (bronze pela Etiópia).

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