Saúde a postos

Nada estraga mais a festa do que um problema de saúde inesperado, certo? Para garantir que ninguém deixe de curtir as Olimpíadas 2016, no Rio de Janeiro, os equipamentos de saúde na Cidade Maravilhosa estão funcionando a todo vapor. Cerca de 15 mil profissionais estão engajados para que nenhum turista ou morador da cidade fique sem atendimento médico em caso de necessidade.

 

Apenas na compra, equipagem e manutenção de ambulâncias foram investidos 72 milhões de reais pelo Ministério da Saúde. Ao todo, são 146 novos veículos que após os Jogos Olímpicos serão utilizados em Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) de todo o Brasil. O governo federal também providenciou a contratação de 2,5 mil profissionais de saúde temporários, de 3,5 mil agentes de saúde para combater focos da dengue e zika e investiu em equipamentos médicos.

 

A prefeitura do Rio de Janeiro prevê cerca de 22 mil atendimentos de saúde durante o evento, número duas vezes maior que o das Olimpíadas de Londres, em 2012. São diversos hospitais de referência espalhados pelo perímetro dos Jogos Olímpicos — todos receberam melhorias para atender ao público da competição. Entre as novidades, estão a climatização do Hospital Souza Aguiar, uma nova emergência no Hospital Albert Shweitzer e 136 novos leitos de retaguarda.

 

Além dos hospitais, postos de atendimento serão instalados em vários pontos da cidade. Os visitantes com quadros de baixa complexidade podem procurar ainda as Clínicas da Família, especializadas em atenção primária. São mais de 80 unidades, que contam com ultrassonografia, raio-x, observação clínica, coleta, saúde bucal, farmácia, entre outros serviços.

 

A operação tem como foco turistas e público em geral. Os atletas, treinadores e delegações são responsabilidade o Comitê Rio 2016, que fechou convênio com hospitais particulares.

 

Prevenção a doenças

Outra vertente bastante importante do esquema de saúde montado para os Jogos Olímpicos do Rio é a prevenção de doenças. Uma das maiores preocupações desse setor é garantir a segurança de todos que visitam o Brasil e dos próprios brasileiros por meio de vacinas.

 

O foco principal são doenças erradicadas no País, porém ainda comuns em outras localidades. É o caso do sarampo, da rubéola e da poliomielite. Segundo a Organização Panamericana de Saúde (Opas), é importante que todos que pensam em participar do evento — atletas, público, estrangeiros e turistas — estejam com suas vacinas em dia.

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