Segurança 1

O Rio de Janeiro não economiza quando o quesito é segurança para os Jogos Olímpicos de 2016. Uma verba extra de R$ 78 milhões acaba de ser anunciada pelo governo federal, somando um valor de mais de R$ 650 milhões destinados ao setor. Em termos gerais, desde 2015, foram investidos R$ 1,6 bilhão em segurança.

 

As polícias federal e estadual e as Forças Armadas atuarão de forma integrada, num total de 88 mil agentes em serviço, distribuídos em segurança pública e Defesa. Apenas em termos militares, serão 22 mil homens trabalhando para garantir a segurança do evento. Os efetivos estarão presentes no Rio de Janeiro e nas cidades sedes dos jogos de futebol.

 

Serão utilizados 12 navios, 1.169 viaturas, 70 veículos blindados, 28 helicópteros, 48 embarcações de diferentes tipos e 174 motos. Enquanto o Exército patrulha áreas de competição da Barra da Tijuca, Deodoro, Maracanã e aeroportos, a Marinha ficará responsável pela orla de São Conrado e Caju.

 

A Aeronáutica também está em estado de alerta e qualquer aeronave não reconhecida que tente adentrar as áreas de competição poderá ser destruída. A medida é para evitar possíveis ataques terroristas, embora o ministro da Defesa, Raul Jungmann, tenha garantido que nenhum dos 106 centros de inteligência no exterior que colaboram com a segurança olímpica tenham apontado qualquer ameaça de atentado ao país.

 

Segurança 2

Uma operação especial fará parte da segurança nos Jogos Olímpicos do Rio. Com base em Deodoro, uma brigada de 2000 soldados paraquedistas aturará em locais estratégicos, como pontos turísticos, estações de trem e estradas.

 

Tropa de elite do Exército brasileiro, a brigada está preparada para atuar em situações de emergência extrema. Os militares já ocupam as ruas cariocas e até o dia 24 de julho devem contar com suporte completo do restante do efetivo de quase 90 mil homens.

 

Segurança 3

Além das forças públicas, agentes privados garantem a segurança das Olimpíadas do Rio de Janeiro. Custeada em parte pelo Comitê Olímpico Internacional (COI), a segurança privada será responsável pelas 87 instalações de não competição, como a área administrativa e de patrimônio. Ao todo, foram destinados R$ 22 milhões para o serviço.

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