O volei de praia, voleibol de praia ou beach volleyball, vem se tornando um dos esportes mais populares pelo Brasil a fora. Muitas praias já contam com áreas especialmente dedicadas à prática desse esporte, seja de forma amadora ou profissional.

 

Ainda que suas origens no Brasil sejam um pouco obscuras, acredita-se que o volei de praia tenha chegado por aqui por volta dos anos 50 – mas os campeonatos profissionais só ganharam força na década de 1980.

 

Apesar de seu início tardio – considerndo-se que a modalidade foi introduzida nos Estados Unidos ainda na década de 1920 – o esporte, que já bastante praticado em quadras ganhasse as areias das praias brasileiras rapidamente, principalmente após a inclusão da modalidade nos Jogos Olímpicos de Atlanta, em 1996.

 

Regras são diferentes do volei de quadra

Ainda que, à primeira vista, as modalidades praia e quadra sejam parecidas, há muitas diferenças a serem apontadas. Em primeiro lugar, o número de jogadores é bem menor, apenas dois de cada lado, e substituições não são permitidas – caso algum jogador se machuque, este tem até cinco minutos para se recuperar, ou a dupla perde a partida.

 

Por motivos óbvios, é permita a troca livre de posições, e a invasão por baixo da rede não é falta, mas o bloqueio conta como toque, e só é permitido pedir tempo de 30 segundos uma única vez. A bola é de mesmo tamanho que a de quadra, porém a pressão interna é menor.

 

A exigência de uniformes de estilo de traje de banho também foi abolida, e hoje é permitido o uso de shorts, leggings e tops com mangas compridas. Mas boa parte das jogadoras ainda prefere usar suquínis.

 

Brasil é campeão mundial

O Brasil é um dos destaques mundiais quando se fala em volei de praia. O país é o atual campeão mundial do esporte tanto no masculino (dupla Cerutti/Schmidt) quanto no feminino (dupla Seixas/Bednarczuk).

 

Em Jogos Olímpicos, a bandeira verde amarela subiu ao pódio masculino por cinco vezes, sendo uma destas para receber o ouro com a dupla Ricardo Santos e Emanuel Rego. Já no feminino, foram seis medalhas até o momento, com a dupla Jaqueline Silva e Sandra Pires levando o ouro na Olímpiada de 1996.

 

Além disso, o esporte vem se tornando a cara da praia de Copacabana no Rio de Janeiro, e já rendeu um filho, o futevolei – esporte de forte exigência física em que o toque de bola sobre a rede acontece apenas com os pés.

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